Se você tem um negócio, provavelmente já ouviu falar do SPLIT PAYMENT e quer saber como essa novidade vai impactar o dia a dia da sua empresa. A grande dúvida é entender quem será afetado, quais formas de pagamento entram na regra e se o fluxo de caixa vai sofrer com essa mudança.
O Que é o Split Payment e Por Que Ele Importa
Para entender de forma simples, o SPLIT PAYMENT é um mecanismo criado pela REFORMA TRIBUTÁRIA para separar automaticamente os novos impostos (IBS e CBS) no exato momento em que o cliente faz o pagamento de uma compra. 💡
Hoje em dia, o valor total da venda cai na conta da empresa e o imposto é pago depois. Com o novo sistema, a parte do imposto é dividida na hora e vai direto para o governo. Essa automação é IMPORTANTE para evitar sonegação e simplificar o processo fiscal, mas exige adaptação tecnológica dos negócios.
Quando o Split Payment Começa a Funcionar
A implementação será gradual e vai acontecer por etapas para dar tempo de os bancos e sistemas se adaptarem. A previsão inicial foi ajustada para o segundo trimestre de 2027. ✅
Cronograma de Pagamentos
👉 Na primeira fase, o sistema deve abranger transferências, boletos e Pix. 👉 Os cartões de crédito e débito ficam para uma etapa posterior, pois exigem ajustes mais complexos nas maquininhas e bandeiras.
Quais Empresas Serão Afetadas no Início
A aplicação do SPLIT PAYMENT não vai atingir todo mundo ao mesmo tempo. No começo, o foco estará nas operações B2B, ou seja, vendas feitas de uma empresa para outra. 🎯
Empresas nos regimes de Lucro Real e Lucro Presumido, além daquelas do Simples Nacional que adotarem o modelo híbrido de tributação, devem ser as primeiras impactadas. Por outro lado, vendas diretas para consumidores finais (pessoa física) e negócios no Simples tradicional tendem a ficar de fora dessa fase inicial, aguardando novas definições oficiais do governo.
Fonte: https://investnews.com.br

